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Guia completo21 min de leitura

Como criar um site profissional para sua empresa: o guia completo

Atualizado em 18 de setembro de 2026 · Equipe Spartan TI

Notebook e celular exibindo sites profissionais, ao lado do título do guia “Como criar um site profissional para sua empresa”

Criar o site da empresa parece um projeto enorme, cheio de termos técnicos e de orçamentos que não batem entre si. Na prática, é uma sequência de oito decisões, e quase todo atraso nasce de tomá-las fora de ordem: discutir a cor do botão antes de saber o objetivo, contratar o desenvolvedor antes de ter os textos, lançar sem configurar o Google. Este guia organiza tudo na ordem certa, com exemplos para serviço local, loja, clínica e empresa B2B, para que você consiga conduzir o projeto por conta própria ou avaliar propostas de fornecedores com segurança em 2026.

Linha do tempo com as 8 etapas para criar um site profissional: objetivo, domínio, conteúdo, estrutura, desenvolvimento, básico técnico, lançamento e primeiros 90 dias
As 8 etapas do guia, na ordem em que devem acontecer (ilustração Spartan TI).

Cada etapa traz o que decidir, o que preparar e o que cobrar de quem for fazer o site. Se você ainda está em dúvida se precisa mesmo de um site, comece por sua empresa precisa de site ou basta o Instagram? e volte aqui depois.

Etapa 1 — Defina o objetivo (antes de falar de design)

Site sem objetivo definido vira um cartão de visitas caro: bonito, mas ninguém sabe dizer se está funcionando. Antes de pensar em cores, fontes ou referências de sites que você gosta, escolha uma missão principal. As outras podem existir, mas ficam em segundo plano.

As três missões possíveis

  • Gerar contatos e orçamentos: o caso da maioria das empresas de serviço. Toda página termina num botão de WhatsApp, telefone ou formulário;
  • Vender online: para quem tem produto. O site precisa de catálogo, carrinho, pagamento por Pix e cartão e cálculo de frete na própria página;
  • Sustentar reputação: para quem vende algo caro, técnico ou que depende de confiança, como clínicas, escritórios e fornecedores B2B. O cliente pesquisa antes de ligar, e o site precisa responder às dúvidas e mostrar provas.

Exemplos por tipo de negócio

Tipo de negócioMissão principalAção que o site deve provocarNúmero para acompanhar
Serviço local (eletricista, salão, oficina, assistência técnica)Gerar contatosClique no WhatsApp ou ligaçãoConversas iniciadas pelo site por mês
Loja (roupas, cosméticos, peças)Vender onlineCompra finalizadaPedidos e faturamento pelo site
Clínica ou consultórioReputação e agendamentoPedido de agendamentoAgendamentos vindos do site
Empresa B2B (indústria, distribuidor, software)Reputação e contatos qualificadosPedido de proposta ou de reuniãoPropostas pedidas e reuniões marcadas

A última coluna é a mais esquecida. Decida agora qual número você vai olhar todo mês. Sem isso, daqui a seis meses a única avaliação possível será "acho que está bom". Se a sua missão é vender, leia antes loja virtual própria ou marketplace: onde vender online? — às vezes o melhor começo é combinar os dois.

Etapa 2 — Registre o domínio e o e-mail profissional

O domínio é o endereço permanente da sua empresa na internet, como suaempresa.com.br. Ele é único: se outra pessoa registrar antes, você não consegue usar. Por isso esta é a única etapa que deve acontecer hoje, mesmo que o site só fique pronto daqui a meses. Um .com.br custa cerca de R$ 40 por ano; confira o valor vigente no Registro.br, a entidade que administra os domínios terminados em .br.

Como escolher o nome

  • Curto e fácil de dizer ao telefone. Faça o teste: fale o endereço para alguém e peça para a pessoa digitar;
  • Sem hífens e sem números, se possível — eles geram erro de digitação;
  • Igual ou muito próximo do nome da marca, e não da razão social completa;
  • Evite amarrar o nome a uma cidade ou a um único serviço se você pretende crescer para outros;
  • .com.br passa confiança no Brasil. Se o .com também estiver livre, registre os dois e faça um apontar para o outro.

Passo a passo no Registro.br

  1. Pesquise o nome na página inicial do Registro.br. Se estiver disponível, siga para o registro;
  2. Crie sua conta (ou entre na que já tem) com seus dados pessoais e um e-mail que você acessa de verdade — de preferência um que não dependa de funcionário nem de fornecedor;
  3. Defina o titular: o .com.br pode ficar no seu CPF ou no CNPJ da empresa. O que nunca deve acontecer é ele ficar no CPF ou no CNPJ de quem faz o site;
  4. Escolha o período e pague por uma das formas oferecidas no momento. Registrar por mais de um ano de uma vez reduz o risco de esquecer a renovação;
  5. Cuide da renovação: ative a renovação automática se ela estiver disponível para você e deixe um lembrete no calendário algumas semanas antes do vencimento. Domínio vencido derruba site e e-mail ao mesmo tempo;
  6. Mantenha o e-mail de contato atualizado: é por ele que chegam os avisos de vencimento e as confirmações de alteração. E-mail antigo e abandonado é um caminho clássico para perder o domínio;
  7. Deixe o DNS com o fornecedor, a titularidade com você: DNS é o "mapa" que diz onde estão o site e o e-mail. Quem faz o site só precisa que ele aponte para a hospedagem, e você pode fazer essa alteração seguindo as instruções dele. A titularidade nunca precisa sair do seu nome.

E-mail profissional

Com o domínio registrado, você pode ter endereços como [email protected]. Parece detalhe, mas um orçamento enviado de um endereço com o nome da empresa passa outra impressão do que um enviado de um e-mail gratuito genérico. As opções mais comuns são pacotes como Google Workspace e Microsoft 365, cobrados por usuário, ou o e-mail que algumas hospedagens incluem. Três cuidados:

  • Crie endereços por função (contato@, financeiro@, vendas@), e não só por pessoa — quando alguém sai da empresa, o endereço fica;
  • Peça para configurar os registros SPF, DKIM e DMARC. São "assinaturas" no DNS que provam que a mensagem saiu mesmo da sua empresa e reduzem a chance de cair no spam do cliente;
  • Guarde a senha de administrador do e-mail com você, e não só com o técnico.

Etapa 3 — Prepare o conteúdo (o que mais atrasa projetos)

O desenvolvimento em si costuma ser a parte mais rápida. O que trava projetos por semanas é o conteúdo: textos que ficam para o fim de semana, fotos que ninguém tirou, a lista de serviços que muda a cada reunião. Resolva isso antes de contratar, ou logo no começo, e o prazo passa a depender só do fornecedor.

Roteiro de briefing: responda antes de tudo

Briefing é o questionário que transforma o que está na sua cabeça em material para o site. Responda por escrito, mesmo que em tópicos:

  1. O que a empresa faz, numa frase que qualquer pessoa entenderia?
  2. Quem é o cliente ideal e onde ele está (bairros, cidades, estados ou setores)?
  3. Quais são os serviços ou produtos principais? Quais dão mais lucro?
  4. Quais perguntas os clientes sempre fazem antes de fechar?
  5. Por que um cliente escolhe você e não o concorrente? Seja específico: prazo, garantia, especialização, atendimento;
  6. Quais objeções aparecem (preço, distância, desconfiança) e como você costuma responder?
  7. Quais provas você tem: avaliações no Google, depoimentos, clientes conhecidos, certificações, tempo de mercado?
  8. Qual é a ação principal que o visitante deve tomar (a da Etapa 1)?
  9. Quais WhatsApp, telefone e e-mail vão aparecer, e quem responde cada um?
  10. Endereço, horário de funcionamento, área de atendimento e redes sociais;
  11. Existe identidade visual (logo, cores, fontes)? Em que formato estão os arquivos?
  12. Três sites de que você gosta e o que exatamente gosta neles; três concorrentes e o que eles fazem mal.

Como escrever a página de cada serviço

Você não precisa ser redator. Use este modelo, que funciona para quase todo serviço:

  • Título com o serviço e o local: "Instalação de ar-condicionado em Vila Velha", e não "Soluções em climatização";
  • A situação do cliente: duas ou três frases sobre o problema que leva alguém a procurar esse serviço;
  • O que está incluído: lista objetiva do que você faz — e do que não faz;
  • Como funciona: os passos, do primeiro contato até a entrega;
  • Prazo e preço: se não der para publicar valor, publique uma faixa ou explique do que o preço depende;
  • Provas: fotos de trabalhos e o depoimento de um cliente daquele serviço;
  • Perguntas frequentes: as três dúvidas que mais aparecem no WhatsApp;
  • Chamada final: um botão claro, como "Pedir orçamento pelo WhatsApp".

Escreva como você explica ao telefone: frases curtas e nada de "somos uma empresa comprometida com a excelência". Cliente não compra adjetivo, compra clareza.

Fotos: o celular resolve, se bem usado

Foto real da sua equipe, do seu espaço e do seu trabalho convence mais do que imagem de banco, que o visitante já viu em dezenas de outros sites. Um celular recente basta, com alguns cuidados:

  • Limpe a lente antes — marca de dedo é a causa mais comum de foto "embaçada";
  • Prefira luz natural: perto de uma janela ou ao ar livre, sem sol forte direto no rosto;
  • Fotografe na horizontal para capas e banners; deixe a vertical para detalhes;
  • Não use zoom digital — chegue mais perto;
  • Arrume o fundo: caixas, fios e bagunça aparecem mais na foto do que ao vivo;
  • Em serviços, registre o antes e o depois do mesmo ângulo;
  • Peça autorização por escrito para usar a imagem de clientes e funcionários.

Atalho que funciona: um briefing estruturado, com as perguntas certas na ordem certa, extrai numa conversa de meia hora o conteúdo que, solto, levaria semanas para chegar. É assim que trabalhamos na Spartan TI, e é uma boa pergunta para qualquer fornecedor: "qual é o seu processo de briefing?". Se ele não tiver um, o conteúdo vai ficar inteiro por sua conta.

Etapa 4 — Estrutura: as páginas que funcionam

A estrutura, ou mapa do site, é a lista de páginas e o jeito como elas se ligam. Para a maioria das pequenas e médias empresas, a versão enxuta vence a versão "completa":

  1. Início: em cinco segundos o visitante precisa entender o que você faz, para quem e onde, e ver o botão de ação e alguma prova (avaliações, clientes, tempo de mercado);
  2. Serviços ou produtos: uma página por serviço importante, seguindo o modelo da Etapa 3. Uma página única listando quinze serviços disputa quinze buscas no Google e costuma não ganhar nenhuma;
  3. Portfólio ou casos: trabalho entregue é o melhor vendedor;
  4. Sobre: pessoas reais, história curta, região atendida;
  5. Contato: WhatsApp em destaque, telefone clicável, mapa e formulário curto (nome, contato e mensagem — cada campo a mais afasta gente);
  6. Política de privacidade: necessária quando o site coleta dados pessoais, como num formulário, por causa da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Variações por tipo de negócio

  • Serviço local: além das páginas de serviço, deixe claro quais bairros e cidades você atende. Evite criar dezenas de páginas iguais trocando só o nome da cidade — o Google trata isso como conteúdo repetido. O caminho certo está em como fazer sua empresa aparecer no Google: SEO local na prática;
  • Loja: categorias, página de produto com fotos, medidas e prazo de entrega, carrinho e páginas de trocas, devoluções e frete bem visíveis — é onde o comprador desconfiado olha primeiro;
  • Clínica: especialidades, profissionais com nome, foto e número de registro no conselho de classe, convênios aceitos e um caminho simples para agendar;
  • B2B: soluções por setor atendido, casos com o resultado descrito, materiais técnicos para download e um formulário que já pergunte o porte e a necessidade do cliente, para o time comercial priorizar.

O caminho do clique

Desenhe, nem que seja num papel, o caminho do visitante: chegou pelo Google numa página de serviço, leu, viu uma prova, clicou no WhatsApp. Se esse caminho exige mais de dois ou três cliques, simplifique. Botão de WhatsApp fixo no canto da tela do celular, telefone clicável e menu com no máximo seis itens ajudam muito. Os elementos que mais pesam nessa hora estão em 7 elementos de um site que converte visitantes em clientes.

Etapa 5 — Escolha o caminho de desenvolvimento

Com objetivo, domínio, conteúdo e estrutura em mãos, você sabe exatamente o que está comprando, e comparar propostas fica muito mais fácil. Há quatro caminhos principais:

CaminhoCusto típicoPrósContras
Construtor DIYR$ 30–200/mêsbarato p/ começarseu tempo, SEO e velocidade limitados
FreelancerR$ 1.000–5.000custo médio, flexívelqualidade varia; e a manutenção depois?
Agência (projeto)R$ 3.000–15.000+processo e equipeentrada alta; extras cobrados à parte
Assinatura mensalR$ 80–400/mêstudo incluso, sem entrada, manutenção contínuacompromisso mensal (verifique fidelidade)

Os valores são estimativas de mercado e variam por região e escopo. A comparação de custo total em 24 meses, que costuma mudar a conta, está em quanto custa um site profissional em 2026.

Como decidir

  • Você tem tempo e gosta de mexer com tecnologia? Um construtor pode servir para começar, desde que você aceite as limitações;
  • Precisa de algo fora do padrão, como integração com o sistema interno, área do cliente ou um cálculo específico? Aí o caminho é desenvolvimento sob medida;
  • Quem vai cuidar do site depois de pronto? Essa pergunta elimina muitas opções. Site entregue sem ninguém responsável por atualizações, backup e segurança começa a envelhecer no dia seguinte;
  • Quanto você pode investir de entrada? Se a resposta é pouco, a assinatura mensal distribui o custo e já inclui a manutenção.

O que exigir em contrato

  • Domínio registrado no seu CPF ou CNPJ, com você como titular;
  • Escopo por escrito: quantas páginas, quais funções e quantas rodadas de ajuste;
  • Prazo de entrega e a partir de quando ele conta (assinatura, pagamento ou entrega do conteúdo);
  • O que está incluído depois do lançamento: hospedagem, SSL, backup, atualizações e suporte, e por qual canal;
  • Prazo de fidelidade e multa, se houver;
  • O que acontece se você cancelar: como recebe textos, imagens, dados de clientes e acessos;
  • Quem é dono do conteúdo — os textos e as fotos que você forneceu continuam seus;
  • Contas do Google (Search Console, Analytics, Perfil da Empresa) criadas no seu e-mail, com o fornecedor apenas como convidado.

Sinais de alerta em propostas

  • Proposta sem escopo, só com a expressão "site completo";
  • Fornecedor que quer registrar o domínio no nome dele "para facilitar";
  • Nenhum site no ar para mostrar, ou só imagens de modelos;
  • Promessa de "primeiro lugar no Google garantido" — ninguém controla o ranking do Google;
  • Silêncio sobre o que acontece depois do lançamento.

Etapa 6 — O básico técnico inegociável

Você não precisa entender como cada item é feito, mas precisa saber o que conferir. Este é o checklist que todo site profissional deve cumprir em 2026, com a explicação de cada termo:

  • SSL (o cadeado e o https): criptografa a conexão entre o visitante e o site. Sem ele, o navegador exibe o aviso de "não seguro". O certificado precisa renovar sozinho, sem depender de alguém lembrar;
  • Velocidade: a página deve abrir rápido mesmo no 4G. Teste de graça no PageSpeed Insights, a ferramenta do Google: cole o endereço e veja as notas para celular e computador. Imagens pesadas são o vilão mais comum;
  • Responsivo de verdade: o site se adapta a qualquer tela. O Google usa a versão para celular como referência ao analisar o site, então site ruim no celular é ruim para o Google também. Teste no seu aparelho e no de alguém da família, e não confie em print;
  • Título e descrição de cada página: são o texto azul e o resumo que aparecem no resultado da busca. Cada página precisa dos seus, únicos, com o serviço e a região. Exemplo: "Dedetização na Serra-ES com atendimento em 24h | Nome da Empresa";
  • Sitemap: um arquivo (sitemap.xml) que lista todas as páginas do site para o Google encontrá-las mais rápido;
  • Google Search Console: o Search Console é um painel gratuito que mostra quais páginas o Google indexou, por quais buscas você aparece e se há erros. O sitemap é enviado por ali;
  • Google Analytics: mede visitas, de onde elas vêm e, o mais importante, quantas viram contato. Peça para registrar como conversão o clique no WhatsApp, a ligação e o envio do formulário — é o número da Etapa 1;
  • Dados estruturados: um código invisível para o visitante, no padrão Schema.org, que diz ao Google em linguagem de máquina que aquilo é uma empresa, com endereço, horário e telefone. Ajuda o buscador a entender e exibir suas informações;
  • llms.txt: um arquivo simples, ainda em fase de adoção como padrão, que resume o site para assistentes de inteligência artificial como ChatGPT e Gemini, que cada vez mais respondem perguntas citando sites. Incluir custa pouco e pode ajudar sua empresa a ser citada;
  • Texto alternativo nas imagens: uma descrição de cada foto que ajuda pessoas com deficiência visual, que usam leitores de tela, e o próprio Google a entender o conteúdo;
  • Backup automático: cópia periódica do site guardada fora do servidor principal — e testada, porque backup que nunca foi restaurado é só uma esperança;
  • Aviso de cookies e privacidade: se o site usa ferramentas de medição ou de anúncios, informe o visitante, em linha com a LGPD.

Como conferir sem ser técnico: abra o site no celular com o Wi-Fi desligado, veja se o cadeado aparece, rode o PageSpeed Insights e peça ao fornecedor um print do Search Console com o sitemap enviado. São quatro verificações e dez minutos, e elas já separam trabalho profissional de trabalho apressado.

Etapa 7 — Lançamento sem esquecimento

O dia do lançamento é quando os detalhes esquecidos aparecem — de preferência para você, e não para o cliente.

Checklist da semana do lançamento

  1. Teste o formulário de ponta a ponta: envie uma mensagem e confira se ela chegou, em qual e-mail e se não caiu no spam;
  2. Toque em todos os botões de WhatsApp e telefone pelo celular — número errado é mais comum do que parece;
  3. Leia todas as páginas procurando erros de digitação, preços desatualizados e textos de exemplo esquecidos;
  4. Confira o site em celular, tablet e computador, em pelo menos dois navegadores;
  5. Verifique se o cadeado aparece em todas as páginas e se o endereço sem "www" leva ao mesmo lugar do endereço com "www";
  6. Envie o sitemap no Search Console e confira se o Analytics está registrando as visitas;
  7. Cadastre ou atualize o Google Perfil da Empresa com o endereço do site novo;
  8. Combine quem vai responder aos contatos que chegarem pelo site, e em quanto tempo.

Se você está trocando um site antigo

Cuidado redobrado. As páginas antigas podem ter posição no Google e links espalhados pela internet. Peça ao fornecedor a lista de endereços do site antigo e um redirecionamento 301 para cada um — é a instrução que avisa ao navegador e ao Google que aquela página mudou de endereço de forma permanente. Sem isso, quem clica num link antigo cai numa página de erro, e o Google demora mais para entender a mudança.

Divulgue o endereço novo

Site que ninguém sabe que existe não gera contato. No dia do lançamento, coloque o endereço na bio do Instagram, no perfil do WhatsApp Business, na assinatura de e-mail, nos orçamentos e propostas em PDF, no cartão de visitas e, se for o caso, na fachada e no veículo. E peça aos seus melhores clientes uma avaliação no Google: ela aparece junto do seu perfil e reforça o que o site promete.

Etapa 8 — Os primeiros 90 dias

O lançamento é o começo do trabalho, não o fim. Os três primeiros meses mostram se o site está cumprindo a missão definida na Etapa 1.

Dias 1 a 30: ouvir e corrigir

  • Acompanhe cada contato que chega pelo site e pergunte ao cliente como ele encontrou a empresa;
  • Anote as dúvidas que se repetem no WhatsApp — cada uma é um texto que falta no site;
  • No Search Console, confira se as páginas principais já foram indexadas. Se alguma não foi, solicite a indexação por ali mesmo ou verifique com o fornecedor.

Dias 31 a 60: primeiros ajustes

  • Veja no Analytics quais páginas recebem visitas e quais geram cliques no WhatsApp;
  • Reforce a página que mais converte com mais fotos, mais provas e mais perguntas respondidas;
  • Reescreva os títulos de páginas que aparecem nas buscas mas quase ninguém clica — no Search Console, isso aparece como muitas impressões e poucos cliques.

Dias 61 a 90: conteúdo e rotina

  • Publique os primeiros artigos úteis, cada um respondendo a uma pergunta real de cliente;
  • Compare o número de contatos pelo site com o do primeiro mês;
  • Defina a rotina daqui para frente: quem atualiza preços, fotos e serviços, e com que frequência.

Em paralelo, e para sempre, vem a manutenção: SSL renovado, backup funcionando, atualizações de segurança e formulário testado de tempos em tempos. Site sem manutenção quebra em silêncio, e o dono costuma ser o último a saber. O que acontece quando ninguém cuida está em manutenção de site: o custo invisível de um site abandonado.

Erros comuns que dá para evitar de graça

  • Domínio no nome da agência: na troca de fornecedor, a empresa descobre que não é dona do próprio endereço;
  • Começar pelo visual: semanas discutindo cores, sem objetivo definido e sem texto;
  • "Depois eu escrevo os textos": o projeto para por meses;
  • Página única de serviços tentando aparecer para tudo e aparecendo para nada;
  • Site bonito sem botão de WhatsApp visível no celular;
  • Fotos de banco de imagem em tudo, inclusive na seção "nossa equipe";
  • Contas do Google no e-mail do fornecedor ou de um ex-funcionário;
  • Lançar e esquecer: nenhuma manutenção até o dia em que o site sai do ar na semana mais movimentada do ano.

Prefere que tudo isso venha pronto?

Este guia foi escrito para ser útil mesmo que você faça tudo sozinho ou contrate outro fornecedor. Mas, se preferir entregar boa parte dessas etapas para quem faz isso todo dia, esse é exatamente o trabalho da Spartan TI, empresa do Espírito Santo que atende todo o Brasil com sites institucionais, lojas virtuais, sistemas web sob medida e APIs.

  • Plano a partir de R$ 89,90/mês, com desenvolvimento gratuito e sem taxa de setup;
  • Hospedagem com SSL, manutenção técnica mensal e suporte via WhatsApp incluídos;
  • Briefing estruturado para levantar o conteúdo com você e entrega em até 3 dias úteis;
  • SEO técnico básico desde o primeiro dia: sitemap, dados estruturados, Search Console e llms.txt.

Veja projetos reais no ar no nosso portfólio e, quando quiser, fale com a gente pelo WhatsApp para tirar o seu site do papel.

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva para criar um site profissional?

Depende do modelo e do escopo. Um site institucional pode ficar pronto em até 3 dias úteis quando o fornecedor tem processo padronizado e o conteúdo está organizado, como no modelo de assinatura da Spartan TI. Projetos sob medida em agência tradicional costumam levar de 4 a 8 semanas, e lojas virtuais e sistemas levam mais. Em qualquer caso, o prazo e o marco de início precisam estar no contrato.

Quanto custa manter um site no ar por mês?

Os custos recorrentes típicos são o domínio .com.br (cerca de R$ 40 por ano; confira o valor vigente no Registro.br), a hospedagem (em geral de R$ 30 a R$ 150 por mês) e a manutenção. No modelo de assinatura tudo vem numa mensalidade fixa, que no mercado brasileiro costuma ficar entre R$ 80 e R$ 400 por mês conforme o escopo. São estimativas de mercado.

Preciso de CNPJ para registrar um domínio .com.br?

Não. O Registro.br aceita CPF ou CNPJ como titular de um .com.br. O importante é registrar no seu nome ou no da sua empresa, nunca no nome da agência ou do freelancer que fez o site, e manter o e-mail de contato sempre atualizado para receber os avisos de renovação.

Site feito em construtor do tipo faça você mesmo aparece no Google?

Pode aparecer, mas costuma partir em desvantagem: menos controle sobre títulos, dados estruturados e velocidade, e modelos genéricos que se parecem com milhares de outros sites. Para buscas locais concorridas, um site com SEO técnico bem feito tem mais chance de se posicionar.

O que é site responsivo e por que importa tanto?

É o site que se adapta a qualquer tela, do celular ao computador. Boa parte das buscas acontece no celular e o Google usa a versão para celular como referência ao analisar o site. Site que funciona mal no celular perde cliente e perde posição na busca.

Em quanto tempo o site aparece no Google?

Com o sitemap enviado pelo Search Console, as páginas costumam ser indexadas em dias ou poucas semanas. Aparecer bem posicionado é outra história: em buscas concorridas, leva meses de conteúdo útil, avaliações no Google Perfil da Empresa e um site tecnicamente correto. Desconfie de quem garante primeira posição.

Depois de pronto, o site precisa de manutenção?

Sim. O certificado SSL precisa ser renovado, a plataforma recebe atualizações de segurança, formulários precisam ser testados de tempos em tempos e os backups precisam existir e funcionar. Site sem manutenção quebra em silêncio, e o dono costuma ser o último a saber.

Posso usar só o Instagram em vez de um site?

O Instagram é ótimo para relacionamento, mas você não é dono do canal, o alcance orgânico é limitado e quem pesquisa no Google dificilmente chega até você por ele. O ideal é usar os dois: redes sociais para descoberta e relacionamento, site para busca, credibilidade e conversão.

Quantas páginas meu site precisa ter no começo?

Para a maioria das pequenas empresas, algo entre cinco e dez páginas resolve: início, uma página para cada serviço principal, portfólio, sobre, contato e política de privacidade. É melhor começar enxuto e completo do que grande e cheio de páginas vazias. Novas páginas entram conforme surgem dúvidas reais de clientes.

Site profissional com tudo incluído
Desenvolvimento, hospedagem, SSL, SEO e manutenção por mensalidade fixa — entrega em até 3 dias úteis.

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