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Quanto custa um site profissional em 2026?

Publicado em 18 de setembro de 2026 · Equipe Spartan TI

Notebook exibindo um site profissional do portfólio da Spartan TI, ao lado do título “Quanto custa um site profissional em 2026?”

“Quanto custa um site?” é provavelmente a pergunta que uma empresa de desenvolvimento web mais escuta — e a resposta honesta é: depende do modelo de contratação, do escopo e, principalmente, do que acontece depois que o site fica pronto. Um orçamento de R$ 1.500 pode sair mais caro que um de R$ 5.000 quando você soma hospedagem, alterações avulsas e o tempo que o site passa desatualizado. Neste artigo colocamos números de mercado na mesa, explicamos de onde vem cada real da proposta e mostramos como comparar orçamentos de fornecedores diferentes sem ser pego de surpresa.

Se você ainda não decidiu se precisa mesmo de um site, vale ler antes se sua empresa precisa de site ou se basta o Instagram. Se a decisão já está tomada, siga em frente.

A resposta curta: faixas de preço em 2026

Para quem quer só uma referência rápida, estes são os valores que costumam aparecer em orçamentos no Brasil em 2026, no modelo de pagamento único (projeto fechado):

  • Landing page ou site de uma página: R$ 800 a R$ 3.000;
  • Site institucional (5 a 10 páginas): R$ 2.500 a R$ 8.000;
  • Loja virtual: R$ 5.000 a R$ 25.000;
  • Sistema web sob medida: a partir de R$ 15.000.

São estimativas de mercado, não uma tabela oficial — não existe preço tabelado para site. A variação é grande porque “site” pode significar coisas muito diferentes: de uma página com botão de WhatsApp a uma plataforma com login, pagamentos e integração com o sistema de gestão da empresa. Para entender por que dois orçamentos para “o mesmo site” podem ter três vezes de diferença, é preciso abrir a caixa-preta do preço.

O que compõe o preço de um site

No fim das contas, quase todo orçamento é uma estimativa de horas de trabalho multiplicada pelo valor da hora do profissional ou da equipe, somada a custos de ferramentas e serviços. O que muda de um fornecedor para outro é quantas horas ele prevê, quanto cobra por elas e o que está (ou não) incluído.

Horas de planejamento, desenvolvimento e testes

Antes de escrever uma linha de código, alguém precisa entender o negócio, definir quais páginas existem, o que cada uma deve dizer e qual ação o visitante deve tomar. Depois vem a construção em si, os ajustes para funcionar bem no celular, os testes em navegadores diferentes e a publicação. Um exemplo hipotético ajuda a visualizar: se um profissional cobra R$ 100 por hora e estima 40 horas para um site institucional, a proposta ficará perto de R$ 4.000 — antes de qualquer custo recorrente.

Design: modelo pronto ou sob medida

Sites feitos a partir de um tema pronto (um layout já desenhado, adaptado com suas cores e logotipo) são mais rápidos e baratos. Um design criado do zero, com identidade própria, protótipo para aprovação e rodadas de revisão, consome mais horas e custa mais. Nenhum dos dois é errado: o importante é saber qual está sendo orçado, porque isso explica boa parte da diferença entre propostas.

Conteúdo: textos, fotos e vídeos

Esse é o item que mais atrasa projetos e que menos aparece nos orçamentos. Quem vai escrever os textos das páginas? Quem fornece as fotos? Se a resposta for “o cliente”, o preço cai, mas o prazo passa a depender de você. Se o fornecedor escreve os textos (o chamado copywriting, texto pensado para convencer e vender) ou contrata fotos profissionais, isso entra na conta. Bancos de imagens pagos também têm custo — e usar foto tirada do Google sem licença pode render notificação por direito autoral.

Funcionalidades e integrações

Cada recurso além do básico acrescenta horas: formulário que envia os contatos para o seu e-mail ou CRM (o sistema onde você organiza clientes e negociações), agendamento online, área restrita com login, blog, catálogo de produtos, integração com WhatsApp, com meios de pagamento ou com o seu sistema de gestão. Integração é a palavra que mais encarece um projeto, porque significa fazer dois sistemas diferentes conversarem — e o esforço depende muito da qualidade da documentação do outro lado.

Otimização para o Google e desempenho

Um site pode estar no ar e ser invisível. Configurar títulos e descrições de cada página, gerar o sitemap (o mapa que ajuda o Google a encontrar suas páginas), cadastrar o site no Google Search Console e otimizar imagens para carregar rápido são tarefas que alguns fornecedores incluem e outros cobram à parte. O básico de SEO (otimização para mecanismos de busca) deveria vir em qualquer proposta; o trabalho contínuo de posicionamento, explicado em como fazer sua empresa aparecer no Google, costuma ser um serviço separado.

Os três modelos de cobrança do mercado

Além do escopo, o que mais muda o preço é a forma de contratar. Hoje você vai encontrar basicamente três modelos.

1. Projeto fechado (pagamento único)

É o modelo tradicional: você paga pelo desenvolvimento, normalmente parte na entrada e parte na entrega, e o site é seu. As faixas do início deste artigo se referem a esse modelo. O que quase ninguém conta: o pagamento único não encerra os custos. Hospedagem (costuma ficar entre R$ 30 e R$ 150 por mês), domínio, atualizações de segurança e qualquer alteração de conteúdo são cobrados à parte — e alteração avulsa em agência costuma sair de R$ 150 a R$ 500 cada.

Vantagem: você tem mais liberdade sobre o projeto e pode trocar de hospedagem quando quiser, desde que receba os arquivos e os acessos. Desvantagem: a entrada pesa no caixa e a manutenção fica por sua conta — que é exatamente onde muitos sites começam a envelhecer.

2. Construtores “faça você mesmo”

Plataformas de arrastar e soltar cobram, em geral, de R$ 30 a R$ 200 por mês. O preço de entrada é baixo, mas o custo real é o seu tempo: escolher modelo, escrever textos, ajustar o layout no celular, configurar domínio e e-mail. Para quem nunca fez, isso facilmente vira dezenas de horas — horas que não foram para vender, atender ou produzir. O resultado também depende da sua habilidade: sites montados às pressas costumam ficar lentos e com SEO limitado, dois fatores que pesam na posição no Google.

Vantagem: controle total e custo mensal previsível. Desvantagem: você vira o desenvolvedor, o redator e o suporte técnico ao mesmo tempo, e sair da plataforma depois nem sempre é simples.

3. Assinatura mensal (site como serviço)

O modelo que mais cresceu nos últimos anos: em vez de um valor alto de entrada, você paga uma mensalidade fixa que já inclui desenvolvimento, hospedagem, SSL (o certificado de segurança que mostra o cadeado no navegador), manutenção e suporte. No mercado brasileiro, essas assinaturas variam aproximadamente de R$ 80 a R$ 400 por mês, conforme o escopo.

Vantagem: não há entrada pesada e alguém fica responsável por manter o site funcionando. Desvantagem: você depende do fornecedor enquanto durar o contrato — por isso as regras de cancelamento e a titularidade do domínio precisam estar claras desde o início.

Exemplo real: na Spartan TI o plano custa a partir de R$ 89,90/mês, com desenvolvimento gratuito e sem taxa de setup, incluindo hospedagem com SSL, manutenção técnica mensal e suporte via WhatsApp. Em 12 meses, o desembolso total (cerca de R$ 1.080) fica abaixo do preço de entrada de um site institucional em projeto fechado.

Comparando o custo total em 24 meses

Comparar só o preço de entrada engana. O jeito justo é somar tudo o que você vai pagar em um período razoável — dois anos é um bom horizonte, porque é tempo suficiente para os custos recorrentes aparecerem. Considerando um site institucional típico:

ModeloEntradaCusto mensalTotal em 24 meses
Projeto fechado (institucional)R$ 4.000~R$ 100 (hospedagem + ajustes)~R$ 6.400
Construtor DIYR$ 0R$ 100 + seu tempoR$ 2.400 + dezenas de horas
Assinatura mensalR$ 0R$ 90–150R$ 2.160–3.600
Gráfico de barras com o custo total de um site em 24 meses: projeto fechado cerca de R$ 6.400, construtor faça você mesmo R$ 2.400 mais horas de trabalho e assinatura mensal entre R$ 2.160 e R$ 3.600
Custo total estimado em 24 meses por modelo de contratação (valores médios de mercado; ilustração Spartan TI).

A conta muda de figura quando você considera o que está incluído. No projeto fechado, cada ajuste é um orçamento novo; no construtor, cada ajuste é uma tarde sua; na assinatura, manutenção e alterações razoáveis já fazem parte do combinado. O número que importa não é o menor preço, e sim o menor custo para ter um site funcionando e atualizado durante todo o período.

Repare também que a tabela não coloca preço nas horas do construtor. Faça a conta com o seu caso: se a sua hora de trabalho vale R$ 80 e você gasta 30 horas montando e ajustando o site, são R$ 2.400 “invisíveis” que praticamente dobram o custo real dessa opção.

Custos escondidos, item a item

Estes são os itens que mais aparecem como surpresa depois que o contrato está assinado. Antes de fechar, confirme se cada um está incluído, quanto custa e quem paga.

Domínio e e-mail profissional

O domínio é o endereço do site (suaempresa.com.br). Os domínios .com.br são registrados no Registro.br e custam cerca de R$ 40 por ano. É barato, mas exige atenção: o domínio deve ser registrado no CNPJ ou no CPF do dono da empresa, nunca no nome da agência ou do sobrinho que fez o site. Se ele vencer sem renovação, o site e os e-mails param de funcionar.

Já o e-mail profissional ([email protected]) normalmente é um serviço à parte, cobrado por caixa de e-mail, por mês, nos pacotes das grandes plataformas. Algumas hospedagens incluem caixas básicas; outras não. Pergunte quantas contas estão incluídas e qual o espaço de cada uma.

Hospedagem, SSL e backup

Hospedagem é o servidor onde o site fica guardado e disponível 24 horas por dia. O SSL hoje é praticamente obrigatório: sem ele, navegadores como o Chrome marcam o site como “não seguro”, o que espanta visitantes. Existem certificados gratuitos, mas alguém precisa instalar e cuidar da renovação. Backup (cópia de segurança) parece detalhe até o dia em que o site é invadido ou alguém apaga uma página por engano — pergunte com que frequência ele é feito e quanto tempo leva para restaurar.

Atualizações e segurança

Sites feitos em plataformas como WordPress dependem de plugins e temas que recebem atualizações frequentes. Deixar tudo parado por meses é convite para invasão. Quando a manutenção não está no contrato, ou você mesmo faz, ou paga avulso, ou — o mais comum — ninguém faz. Os riscos disso estão detalhados em o custo invisível de um site abandonado.

Alterações de conteúdo

Trocar um telefone, atualizar preços, incluir um serviço novo, publicar uma promoção. Parecem tarefas pequenas, mas se cada uma vira um orçamento de R$ 150 a R$ 500, o site simplesmente para de ser atualizado. Pergunte quantas alterações por mês estão incluídas e o que conta como “alteração” e o que já é “projeto novo”.

Licenças, plugins e ferramentas pagas

Temas premium, plugins de formulário, de SEO ou de cache, fontes pagas, ferramentas de chat: muitos têm licença anual. Se a licença está no nome do fornecedor e você troca de fornecedor, pode perder o recurso. Peça a lista do que é pago e em nome de quem está.

O custo de sair

O custo menos lembrado é o da saída. Se um dia você quiser mudar de fornecedor, vai receber os arquivos do site? O conteúdo (textos, imagens, cadastro de produtos)? O acesso ao domínio? Se a resposta for vaga, o preço real inclui o risco de começar do zero.

O que muda em loja virtual e em sistema web

Loja virtual

Uma loja tem tudo o que um site institucional tem, mais catálogo de produtos, carrinho, cálculo de frete, meios de pagamento, controle de estoque e área do cliente. Por isso a faixa de preço sobe tanto. E há custos que não existem no institucional: o intermediador de pagamento cobra uma porcentagem sobre cada venda, e o cadastro de produtos (fotos, descrições, variações de tamanho e cor) dá bastante trabalho — alguém precisa fazer. Antes de orçar uma loja própria, avalie se não faz mais sentido começar por um marketplace ou combinar os dois; a comparação completa está em loja virtual própria ou marketplace.

Sistema web sob medida

Sistema é software feito para resolver um processo específico da sua empresa: orçamentos, agendamentos, controle de pedidos, portal do cliente, integração entre ferramentas por meio de APIs (as “pontes” que permitem que um sistema troque dados com outro). Aqui o preço depende quase só do escopo e das regras de negócio, por isso começa mais alto e varia muito. A dica é dividir: comece com a versão mínima que já resolve o problema principal e evolua em etapas, em vez de orçar tudo de uma vez.

Sinais de proposta barata demais (ou cara demais)

Quando o barato sai caro

  • O preço não detalha o que está incluído — só diz “site completo”;
  • O domínio será registrado “por nós, para facilitar”;
  • Não há contrato nem prazo por escrito;
  • Não há menção a hospedagem, backup ou manutenção depois da entrega;
  • O fornecedor não tem portfólio com sites no ar que você possa abrir e testar;
  • Há promessa de “primeira página do Google garantida” — ninguém pode garantir isso.

Quando o caro não se justifica

  • O escopo inclui recursos que você não pediu e não vai usar (área de membros, vários idiomas, aplicativo);
  • A proposta é cheia de termos técnicos, mas não explica qual resultado o site vai entregar;
  • Há cobrança separada de itens que hoje são básicos, como SSL ou versão para celular;
  • O prazo é longo sem motivo claro para um site institucional simples.

Uma forma rápida de testar a qualidade técnica: pegue dois ou três sites do portfólio do fornecedor e passe no PageSpeed Insights, ferramenta gratuita do Google que mede velocidade e boas práticas. Abra também no seu celular. Se os sites que ele usa como vitrine são lentos ou quebram no celular, o seu provavelmente será igual.

Como pedir orçamentos comparáveis: o briefing

Metade da confusão com preço vem de pedir “um site” para três fornecedores e receber três propostas para três coisas diferentes. A solução é mandar para todos o mesmo briefing — um resumo do que você precisa. Ele não precisa ser técnico; basta responder:

  1. Objetivo: o que o site deve gerar? Contatos no WhatsApp, pedidos de orçamento, vendas, agendamentos?
  2. Páginas: quais você imagina (início, sobre, serviços, contato, blog)?
  3. Conteúdo: você já tem textos, logotipo e fotos, ou precisa que o fornecedor produza?
  4. Funcionalidades: formulário, agendamento, catálogo, área restrita, loja?
  5. Integrações: o site precisa conversar com algum sistema que você já usa?
  6. Referências: dois ou três sites de que você gosta (e o que gosta neles);
  7. Prazo e orçamento: quando precisa estar no ar e quanto pretende investir, nem que seja uma faixa.

Com esse roteiro, as propostas passam a ser comparáveis item a item. Se quiser um passo a passo mais completo, do planejamento à publicação, veja o guia completo para criar um site profissional para sua empresa. E, para definir o que o site precisa ter para gerar resultado, confira os 7 elementos de um site que converte visitantes em clientes.

Perguntas para fazer ao fornecedor antes de fechar

  1. O domínio fica registrado em nome da minha empresa?
  2. O que exatamente está incluído no preço — e o que é cobrado à parte?
  3. Alterações de conteúdo estão incluídas? Quantas por mês?
  4. Qual o prazo de entrega — e o que acontece se atrasar?
  5. O site vem com o básico de SEO (títulos, descrições, sitemap, Google Search Console)?
  6. Quem cuida de hospedagem, SSL, backup e atualizações depois da entrega?
  7. Como funciona o suporte: por qual canal e em quanto tempo respondem?
  8. Existe fidelidade ou multa de cancelamento? Se eu sair, recebo o quê?

Anote as respostas por escrito, de preferência no próprio contrato. Fornecedor sério não se incomoda com essas perguntas — pelo contrário, costuma respondê-las antes de você perguntar.

Quando cada modelo compensa

Não existe modelo melhor em absoluto; existe o que combina com o seu momento. Use a tabela abaixo como ponto de partida:

Sua situaçãoModelo que tende a compensarPor quê
Está começando, com caixa apertado, e precisa de presença profissional rápidoAssinatura mensalSem entrada pesada e com manutenção incluída
Tem tempo livre, gosta de mexer e o site é simplesConstrutor “faça você mesmo”Custo mensal baixo, desde que suas horas não façam falta ao negócio
Tem equipe interna que vai manter o siteProjeto fechadoPaga uma vez e a própria equipe cuida da manutenção
Precisa de design exclusivo e muitas funcionalidades específicasProjeto fechado ou sistema sob medidaO escopo justifica o investimento inicial
Quer vender online, mas ainda não sabe se há demandaMarketplace primeiro, loja própria depoisTesta a procura antes de investir na loja
Não quer se preocupar com nenhuma parte técnicaAssinatura mensalUm único responsável por hospedagem, segurança e ajustes

O mínimo que qualquer proposta séria precisa ter

  • Domínio próprio registrado no seu nome;
  • Certificado SSL ativo e renovado automaticamente;
  • Design responsivo, que se adapta a celular, tablet e computador — boa parte dos seus clientes vai abrir o site pelo celular;
  • Botões de contato visíveis, como WhatsApp e telefone clicáveis;
  • SEO básico configurado e site cadastrado no Google Search Console;
  • Prazo de entrega definido em contrato;
  • Regras de cancelamento claras: quem fica com o domínio e com o conteúdo.

Com o site no ar, complete a presença com o Perfil da Empresa no Google, gratuito, que faz sua empresa aparecer no mapa e nas buscas locais.

Se quiser ver o que dá para entregar no modelo de assinatura, o portfólio da Spartan TI tem projetos reais no ar — de sites institucionais a lojas e sistemas. E, se fizer sentido para você, dá para pedir um orçamento e comparar com as outras propostas usando o mesmo briefing.

Perguntas frequentes

Qual é o preço de um site institucional em 2026?

No modelo de projeto fechado, orçamentos para um site institucional de 5 a 10 páginas costumam ficar entre R$ 2.500 e R$ 8.000, sem contar hospedagem, domínio e manutenção. No modelo de assinatura, a mensalidade costuma variar de R$ 80 a R$ 400, conforme o escopo, já com esses custos incluídos.

É possível ter um site profissional gastando pouco?

Sim, desde que “pouco” não signifique abrir mão do essencial: domínio no seu nome, SSL, versão para celular, boa velocidade e alguém responsável pela manutenção. Construtores e assinaturas têm entrada baixa; o que os diferencia é quem faz o trabalho e o que está incluído no preço.

Quanto tempo leva para um site ficar pronto?

Depende do escopo e, principalmente, da entrega do conteúdo. Uma landing page ou um site institucional simples pode ficar pronto em poucos dias quando textos e imagens já estão definidos — na Spartan TI, por exemplo, a entrega é em até 3 dias úteis. Lojas virtuais e sistemas levam semanas ou meses.

Vale a pena pagar mais por um design exclusivo?

Vale quando a identidade visual é parte central do que você vende — marcas de moda, arquitetura, decoração ou gastronomia de alto padrão, por exemplo. Para a maioria dos negócios locais de serviço, um layout bem adaptado, rápido e com textos claros gera mais resultado do que um design caro com uma mensagem confusa.

O site já aparece no Google assim que fica pronto?

Não automaticamente. O site precisa ser indexado (registrado pelo Google), ter títulos e descrições bem configurados e conteúdo que responda ao que seu cliente pesquisa. O cadastro no Google Search Console e no Perfil da Empresa acelera esse processo, mas a posição nas buscas se constrói com o tempo.

O que acontece com o site se eu cancelar a assinatura?

Depende do contrato — por isso essa pergunta precisa ser feita antes de assinar. O mínimo aceitável é o domínio continuar no seu nome e você ter acesso ao conteúdo (textos e imagens). Alguns fornecedores permitem comprar o código do site; outros não. Leia a cláusula de cancelamento com atenção.

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