{"url":"https://www.spartanti.com.br/blog/migrar-site-sem-perder-o-google","titulo":"Como migrar seu site sem perder as posições no Google","resumo":"Roteiro explicado passo a passo para trocar de site ou de hospedagem sem derrubar o tráfego: inventário, redirecionamentos, DNS e monitoramento.","categoria":"SEO","publicado_em":"2026-10-26","atualizado_em":"2026-10-26","autor":"Spartan TI","markdown":"Migrar site é a operação com maior potencial de estrago silencioso na vida digital de uma empresa. O site novo fica mais bonito, mais rápido, todo mundo aprova — e seis semanas depois o telefone para de tocar. Ninguém liga uma coisa à outra, porque a queda não é imediata: o Google leva dias para reprocessar e você só percebe quando o orçamento do mês não chega.\n\nA boa notícia é que esse prejuízo é inteiramente evitável, e não com mágica: com uma lista de verificação. Este artigo é o roteiro que seguimos em migração, explicado em português para quem não é técnico, mas suficientemente detalhado para você cobrar de quem vai executar.\n\n## Por que o Google se perde numa migração\n\nO Google não guarda \"o site da sua empresa\". Ele guarda uma lista de endereços, cada um com a sua reputação própria. A página `/servicos/manutencao-industrial` conquistou posição ao longo de meses, por conta do conteúdo dela, dos links que apontam para ela e dos cliques que ela recebeu.\n\nQuando o site novo vai ao ar com a mesma página em `/o-que-fazemos/manutencao`, do ponto de vista do buscador aconteceram duas coisas: um endereço com reputação desapareceu e um endereço desconhecido nasceu. Toda a reputação ficou órfã. É por isso que o redirecionamento — o aviso formal de mudança de endereço — é o item central da migração, e não um detalhe de implantação.\n\nA regra que resume tudo: nenhuma página que existia e tinha visitas pode terminar a migração respondendo erro. Ou ela continua no mesmo endereço, ou ela redireciona para a nova. Não há terceira opção aceitável.\n\n## Passo 1: inventário das páginas atuais\n\nAntes de tocar em qualquer coisa, você precisa da lista completa dos endereços que existem hoje. Sem essa lista, o resto é chute. Busque as informações em quatro fontes, porque nenhuma delas é completa sozinha:\n\n  - **O sitemap atual** — normalmente em `/sitemap.xml`. Mostra o que o site declara ter.\n\n  - **O Google Search Console** — relatório de páginas indexadas e relatório de desempenho. Mostra o que o Google realmente conhece e, melhor, o que traz visita. Se você nunca entrou nesse painel, comece por [Search Console para leigos](https://www.spartanti.com.br/blog/search-console-para-leigos).\n\n  - **O analytics** — a lista de páginas mais visitadas nos últimos doze meses. Aqui aparecem páginas antigas que ninguém lembrava e que ainda recebem gente.\n\n  - **Um rastreador** — uma ferramenta que percorre o site seguindo os links e lista tudo que encontra, inclusive páginas fora do menu.\n\nJunte tudo numa planilha e marque, para cada endereço, quantas visitas ele trouxe no último ano. Essa coluna é o que define prioridade: a página com mil visitas merece atenção individual; a página com zero visita em doze meses talvez não precise sobreviver.\n\n### O que fazer com páginas que não vão existir mais\n\nServiço descontinuado, produto que saiu de linha, notícia de evento que passou. Se a página tinha visitas, redirecione para a página mais parecida que existir — a categoria, o serviço equivalente. Se não havia nada parecido, redirecione para a seção correspondente, nunca para a página inicial em massa: o Google trata redirecionamento em lote para a home como se fosse página inexistente, e você perde a reputação do mesmo jeito.\n\n## Passo 2: o mapa de redirecionamentos, um a um\n\nAgora cada linha da planilha ganha um destino. Duas colunas: endereço antigo e endereço novo. Parece trabalho burocrático, e é — é exatamente por isso que costuma ser mal feito.\n\nO redirecionamento tem que ser do tipo **301**, que em linguagem de internet significa \"mudou de endereço para sempre\". O 301 transfere a reputação acumulada. O 302 significa \"mudança temporária\" e não transfere nada de forma confiável: é o erro técnico mais comum e mais caro de uma migração. Pergunte ao seu desenvolvedor, com essas palavras, se os redirecionamentos são 301 permanentes.\n\n### Três cuidados no mapa\n\n  1. **Um salto só.** Endereço antigo deve apontar direto para o endereço final. Corrente de três redirecionamentos funciona, mas desperdiça rastreamento e ainda atrasa o carregamento para o visitante.\n\n  2. **Sem laço.** A página A que redireciona para B que redireciona de volta para A derruba o site inteiro naquele endereço. Teste cada regra.\n\n  3. **Destino relevante.** Quem procurava por manutenção industrial precisa chegar em manutenção industrial. Redirecionar para qualquer coisa só esconde o erro.\n\n## Passo 3: manter os mesmos endereços quando possível\n\nEste é o conselho que poupa mais trabalho e mais risco: se o endereço atual está razoável, não mude. Nenhuma migração exige renomear páginas. Essa decisão quase sempre vem de preferência estética de quem está construindo, não de necessidade.\n\nMude os endereços somente quando houver motivo real: estrutura antiga com parâmetros ilegíveis, endereços em inglês num site em português, páginas sem organização por seção. Nesses casos, mudar vale a pena — com o mapa de redirecionamentos pronto antes da troca, nunca depois.\n\nQuando os endereços são preservados, a migração deixa de ser uma mudança de identidade na busca e passa a ser apenas uma troca de servidor. Nesse cenário, trocar de hospedagem não afeta posição nenhuma. Se é esse o seu caso e você está escolhendo para onde ir, leia [hospedagem de sites: o que é, tipos e como escolher](https://www.spartanti.com.br/blog/hospedagem-de-sites-como-escolher).\n\n*Imagem: Oito etapas de uma migração de site: inventário de páginas, mapa de redirecionamentos, decisão sobre manter endereços, revisão de versões e protocolo, canônicas e sitemap, teste em ambiente provisório, troca de DNS com TTL reduzido e monitoramento por noventa dias — A ordem importa: redirecionamento definido antes da troca de DNS evita o pico de erros 404.*\n\n## Passo 4: www ou sem www, http ou https\n\nPara o Google, estes quatro são quatro sites diferentes:\n\n| Endereço | Como o buscador vê | O que deve acontecer |\n| --- | --- | --- |\n| http://suaempresa.com.br | Site 1, sem segurança | Redirecionar para o oficial |\n| http://www.suaempresa.com.br | Site 2, sem segurança | Redirecionar para o oficial |\n| https://suaempresa.com.br | Site 3 | Escolher um dos dois como oficial |\n| https://www.suaempresa.com.br | Site 4 | Escolher um dos dois como oficial |\n\nEscolha uma versão — com www ou sem, tanto faz, desde que seja só uma — e faça as outras três redirecionarem para ela com 301. Mantenha a mesma escolha que o site já usava, se ela existia, para não criar mudança desnecessária. E confira o endereço com barra no fim e sem barra no fim: isso também gera duplicata em algumas configurações.\n\nO certificado de segurança precisa cobrir as duas formas, com e sem www. Certificado emitido só para uma delas faz o navegador exibir alerta de site perigoso na outra — e esse alerta derruba conversão a praticamente zero. É o tipo de falha que passa no teste do desenvolvedor, que digitou o endereço completo, e aparece para o cliente, que digitou só o nome.\n\n## Passo 5: canônicas e sitemap novo\n\n### O que é uma canônica\n\nÉ uma linha invisível no código de cada página dizendo ao buscador: \"o endereço oficial deste conteúdo é este\". Serve para quando a mesma página pode ser alcançada por caminhos diferentes — com parâmetro de campanha no fim, por exemplo. Em migração, o erro clássico é o site novo nascer com todas as canônicas apontando para o endereço antigo, ou para o endereço provisório de teste. Quando isso acontece, você está pedindo ao Google para indexar um site que não existe mais.\n\nConfira, na página publicada, se a canônica aponta para ela mesma no domínio definitivo. É uma verificação de trinta segundos que evita semanas de confusão.\n\n### O sitemap\n\nO sitemap é a lista oficial de páginas que você quer que o buscador conheça. No site novo, ele precisa conter **somente** os endereços novos e válidos. Sitemap com endereço antigo dentro mistura os sinais: o Google lê a lista, segue o endereço, cai num redirecionamento e passa a desconfiar da lista toda.\n\nConfira também o `robots.txt`, o arquivo que diz o que pode ou não ser rastreado. Em ambiente de teste é normal bloquear tudo — e é normal esquecer de desbloquear na publicação. Esse esquecimento único já tirou site inteiro do Google por semanas.\n\n## Passo 6: testar antes de apontar o DNS\n\nO site novo não deve estrear para o público. Ele deve estrear para você, num endereço provisório fechado, para que tudo seja conferido com calma. Lista mínima do teste:\n\n  - Abrir vinte endereços da planilha e confirmar que carregam.\n\n  - Verificar as canônicas das principais páginas.\n\n  - Testar o formulário de contato e confirmar que o e-mail chega — e não no spam.\n\n  - Conferir títulos e descrições de cada página, que viajam junto no novo site.\n\n  - Medir desempenho no celular, conforme [velocidade do site e Core Web Vitals](https://www.spartanti.com.br/blog/velocidade-do-site-core-web-vitals).\n\n  - Garantir que o endereço provisório esteja bloqueado para buscadores, senão ele é indexado e disputa com o seu próprio site.\n\nSe o site novo também mudou de estrutura comercial — por exemplo, deixou de ser página única e virou site de várias páginas — vale revisar a decisão em [site institucional ou landing page](https://www.spartanti.com.br/blog/site-institucional-ou-landing-page) antes de congelar os endereços.\n\n## Passo 7: a janela de DNS e o TTL\n\nO DNS é a lista telefônica da internet: ele converte o nome do seu site no endereço numérico do servidor. Essa resposta fica guardada nos provedores por um tempo determinado pelo **TTL**, que significa tempo de vida da informação em cache.\n\nSe o TTL do seu domínio está em 24 horas, trocar o apontamento significa que, durante até um dia, parte dos visitantes vai para o servidor antigo e parte para o novo. Isso não é falha, é funcionamento normal — e é gerenciável:\n\n  1. **Reduza o TTL para 5 minutos** pelo menos 24 horas antes da troca, para que a mudança se propague rápido.\n\n  2. **Faça a troca em horário de pouco movimento** — normalmente de manhã bem cedo, num dia útil, nunca numa sexta à noite.\n\n  3. **Mantenha o servidor antigo no ar** por 48 a 72 horas, com os mesmos redirecionamentos configurados nele. Assim, quem ainda for para o endereço velho também chega ao lugar certo.\n\n  4. **Volte o TTL ao normal** depois de confirmar que tudo está estável.\n\nDurante a janela, teste de pontos diferentes: do computador, do celular na rede móvel e pedindo a um conhecido em outra cidade. O cache do seu próprio computador engana, e mais de uma migração foi declarada quebrada por isso quando estava perfeita.\n\n## Passo 8: Search Console e monitoramento\n\nLogo depois da troca, no mesmo dia:\n\n  - **Envie o sitemap novo** no Search Console e remova o sitemap antigo.\n\n  - **Peça indexação** das cinco a dez páginas mais importantes, pela ferramenta de inspeção de endereço.\n\n  - **Se o domínio mudou**, use a ferramenta de mudança de endereço do Search Console. Isso só vale para troca de domínio, não para reorganização de páginas no mesmo domínio.\n\n  - **Confira a cobertura de páginas** nos dias seguintes, acompanhando o número de erros.\n\nDepois, monitore três coisas por 90 dias: a quantidade de erros de página inexistente, o número de páginas indexadas e os cliques vindos da busca. A causa de uma queda quase sempre aparece em um desses três relatórios — e as causas mais comuns estão catalogadas em [por que meu site não aparece no Google](https://www.spartanti.com.br/blog/por-que-meu-site-nao-aparece-no-google).\n\n### O que é normal oscilar, e por quanto tempo\n\nUma oscilação depois da migração é esperada, mesmo quando tudo foi feito certo. O buscador precisa rastrear cada endereço novo, processar os redirecionamentos e reavaliar a reputação. Como referência prática: nas duas primeiras semanas é comum ver variação de posição e de cliques; entre a terceira e a sexta semana a situação costuma se estabilizar; a partir de oito a doze semanas, o que você está vendo já é o novo patamar.\n\nO que **não** é normal: queda abrupta de mais da metade do tráfego, páginas importantes saindo do índice ou o número de erros subindo de forma contínua. Nesses casos existe um problema concreto para corrigir, não ansiedade de quem está olhando o painel todo dia.\n\nNão faça outras mudanças grandes durante a migração. Trocar textos, reorganizar menu e refazer conteúdo ao mesmo tempo torna impossível saber o que causou a oscilação. Migre primeiro, melhore depois.\n\n## Os erros que derrubam tráfego de verdade\n\n### Soltar tudo em 404\n\nPublicar o site novo sem nenhum redirecionamento. Todos os endereços antigos passam a responder erro, os links de terceiros apontam para o nada e a reputação de anos é descartada. É o pior cenário e também o mais frequente, porque é o que acontece quando o mapa não foi feito.\n\n### Bloquear no robots.txt\n\nO ambiente de teste bloqueia buscadores. Se o arquivo for publicado junto, o site novo desaparece da busca inteira. Verificação de dez segundos, estrago de semanas.\n\n### Esquecer o certificado\n\nSite novo no ar sem SSL configurado, ou com certificado que cobre só uma das versões do endereço. O navegador mostra aviso de risco e o visitante volta.\n\n### Redirecionar tudo para a página inicial\n\nAtalho preguiçoso que parece resolver. O Google interpreta esse tipo de redirecionamento como equivalente a página inexistente e nenhuma reputação é transferida.\n\n### Usar 302 em vez de 301\n\nFunciona para o visitante, que chega onde queria, e não funciona para a busca. Como ninguém reclama, o erro só é descoberto quando o tráfego já caiu.\n\n### Perder os títulos e descrições\n\nO site novo nasce com o título padrão da plataforma em todas as páginas, ou com a descrição vazia. As páginas continuam existindo, mas perdem o que fazia a pessoa clicar nelas na lista de resultados. Esse é o conteúdo tratado em [como aparecer no Google](https://www.spartanti.com.br/blog/como-aparecer-no-google).\n\n### Deixar o site antigo no ar para sempre\n\nDois sites completos acessíveis ao mesmo tempo, com o mesmo conteúdo, competindo entre si. O servidor antigo deve ficar no ar apenas durante a janela de DNS e somente com redirecionamentos — nunca com o site completo.\n\n## Checklist final antes de dormir tranquilo\n\n  1. Planilha de endereços antigos com destino definido para cada linha.\n\n  2. Redirecionamentos 301, em um salto, testados por amostragem.\n\n  3. Uma única versão oficial de endereço, com certificado cobrindo todas.\n\n  4. Canônicas apontando para o domínio definitivo.\n\n  5. Sitemap novo enviado, sitemap antigo removido.\n\n  6. `robots.txt` liberado em produção.\n\n  7. Formulários testados e e-mail chegando.\n\n  8. Backup completo do site antigo guardado fora da hospedagem antiga.\n\n  9. Monitoramento agendado para 7, 30 e 90 dias.\n\nO último item merece ênfase: guarde o backup do site antigo, com banco de dados, em lugar separado, antes de cancelar o serviço anterior. Fornecedor cancelado apaga tudo, e o conteúdo que você esqueceu de levar deixa de existir. Depois de estabilizar, a rotina normal recomeça — é o assunto de [por que a manutenção de site importa](https://www.spartanti.com.br/blog/manutencao-de-site-importancia).\n\nMigração é um procedimento com lista de verificação, não um salto no escuro. Fazemos esse processo para empresas de todo o Brasil, e você pode conferir trabalhos no [portfólio](https://www.spartanti.com.br/portfolio), consultar o [guia](https://www.spartanti.com.br/guia), olhar o [FAQ](https://www.spartanti.com.br/faq) ou chamar a gente pelo [contato](https://www.spartanti.com.br/#contact) para revisar o seu plano antes da troca. Se a migração vem junto de um site novo, o prazo realista está em [quanto tempo leva para criar um site](https://www.spartanti.com.br/blog/quanto-tempo-leva-para-criar-um-site) e a estrutura de investimento em [quanto custa um site profissional](https://www.spartanti.com.br/blog/quanto-custa-um-site-profissional). E se o domínio também vai mudar de titular ou de registrador, resolva isso antes, conforme [como registrar um domínio próprio](https://www.spartanti.com.br/blog/dominio-proprio-como-registrar).\n\n## Perguntas frequentes\n\n### Quanto tempo o Google leva para reconhecer o site novo?\n\nAs páginas principais costumam ser reprocessadas em poucos dias, e o site inteiro em duas a seis semanas, dependendo do tamanho e da frequência com que o Google rastreia o seu domínio. Enviar o sitemap novo e pedir indexação das páginas mais importantes acelera a primeira parte do processo.\n\n### Vou perder posições de qualquer jeito?\n\nNão necessariamente. Migração com os mesmos endereços e sem mudança de conteúdo normalmente passa sem efeito perceptível. Migração com reorganização de endereços e redirecionamentos corretos costuma ter oscilação de algumas semanas e voltar ao patamar anterior. Perda duradoura é consequência de erro técnico, não da migração em si.\n\n### Preciso avisar o Google que mudei de site?\n\nSe o domínio é o mesmo, não há aviso a dar: os redirecionamentos já comunicam a mudança. Se você trocou de domínio, use a ferramenta de mudança de endereço do Search Console, que acelera a transferência de sinais entre os dois domínios. Em ambos os casos, envie o sitemap atualizado.\n\n### Por quanto tempo devo manter os redirecionamentos?\n\nNo mínimo um ano, e de preferência para sempre. Redirecionamento não custa recurso significativo e continua servindo links antigos de terceiros, e-mails arquivados e materiais impressos que carregam o endereço velho. Removê-los cedo recria o problema que eles resolveram.\n\n### Posso migrar o site e redesenhar o conteúdo ao mesmo tempo?\n\nÉ possível, mas dificulta o diagnóstico. Se o tráfego cair, você não vai saber se a causa foi técnica ou de conteúdo. O caminho mais seguro é migrar preservando o conteúdo, confirmar a estabilidade em três a quatro semanas e só então reescrever as páginas.\n\n### O que fazer se o tráfego cair muito depois da troca?\n\nVerifique, nesta ordem: o `robots.txt` está liberando o rastreamento; as canônicas apontam para o domínio novo; os endereços antigos respondem 301 e não 404; o certificado cobre as duas versões do endereço; o sitemap enviado contém apenas endereços válidos. A maioria das quedas graves se explica por um desses cinco itens."}